O mundo passa por um momento de urgência. O Sindeletro ressalta especialmente hoje, Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho), que a defesa do planeta e da biodiversidade é fundamental para garantir nossa continuidade como espécie.
Nós, eletricitárias e eletricitários, destacamos como luta prioritária a manutenção da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) e de todo o sistema Eletrobras públicos e da defesa do rio São Francisco, como formas de garantir à população a preservação do nosso patrimônio ambiental.
O atual governo federal pretende privatizar a Chesf, que reportou lucro líquido de R$ 3,5 bilhões em 2019, numa atitude entreguista e que ameaça nosso acesso à energia e à gestão do Velho Chico, fundamental também para as populações que vivem à margem de suas águas.
No ano passado, a Chesf realizou investimentos que se aproximaram ao montante de R$ 1 bilhão. Valores destinados à expansão do sistema elétrico brasileiro, com ampliação da geração, aprimoramento e crescimento das malhas de transmissão.
A criação do sistema Eletrobras, que abrange a Chesf, foi proposta para acabar com a rotina de racionamentos e permitir a industrialização do país. Em 2020, entretanto, o sistema Eletrobras está sob risco.
De acordo com cartilha publicada pela Federação Regional dos Urbanitários do Nordeste (Frune), a Chesf registrou lucro de R$ 268 milhões em 2018. No exercício de 2017, o lucro havia sido de R$ 1,04 bilhão.
Preservar o meio ambiente é preservar a vida. Veja mais informações sobre por que não privatizar a Chesf e o Sistema Eletrobras em: https://cdnstatic8.com/fnucut.org.br/wp-content/uploads/2019/08/CARTILHA-CHESF.pdf