Grande marcha contra as reformas será dia 24 de maio

Sindeletro cobra da Coelce manutenção das regras de pagamento dos empregados vinculados ao grade 16
15 de maio de 2017
Sindeletro convida eletricitários para palestras sobre reformas trabalhista e previdenciária nesta sexta-feira (19/05)
18 de maio de 2017

Trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade, centrais sindicais, movimentos sociais de todo o Brasil vão estar reunidos em Brasília, no próximo dia 24 de maio, para participar da Marcha e do Ocupa Brasília contra as reformas da previdência e trabalhista propostas pelo governo ilegítimo de Michel Temer. A convocação está sendo realizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e demais centrais sindicais. A direção do Sindicato dos Eletricitários do Ceará (Sindeletro) participará do protesto.

As mobilizações estão sendo intensificadas ao longo desta semana. A pressão contra as propostas que visam retirar direitos históricos da classe trabalhadora já começa a dar resultados. Informações sobre o clima entre os parlamentares no Congresso dão conta que deputados e senadores estão muito incomodados com a pressão que os sindicatos e movimentos sociais estão fazendo em suas bases eleitorais. No dia 17 haverá um mutirão de visita aos gabinetes dos senadores e a intensificação do trabalho de pressão que tem sido feito pelos representantes da classe trabalhadora. O governo golpista também já encontra dificuldades para conseguir os votos necessários para votação da reforma previdenciária na Câmara dos Deputados.

O momento, portanto, é de luta e de vigilância. O secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre, destaca que a população em geral também deve fazer a sua parte pressionando seus representantes na Câmara dos Deputados e no Senado, por meio de emails e mensagens, a votar não às reformas. “Tem que falar que se votarem contra os trabalhadores, não vamos nos esquecer das caras e não vamos mais votar neles. É isso que tem funcionado, é entupir de mensagens e deixar claro que se as reformas passarem, eles serão responsáveis e lembrados pelo desmonte dos direitos”. (Com informações da CUT Brasil)

16.05.2017_Ocupa_Brasilia.pdf