Em fevereiro, o Poder Executivo enviou ao Congresso Nacional a Medida Provisória 1031/21, que cria as condições para a privatização do Sistema Eletrobras (Chesf/Furnas/Eletronorte/etc). O Sindeletro, juntamente com os eletricitários de todo o Brasil, manifesta repúdio a essa medida que ataca diretamente o patrimônio brasileiro, coloca sob ameaça a soberania energética do país e ainda aumenta a conta de energia. Participe da consulta pública aberta pelo Senado e diga NÃO à política entreguista de Bolsonaro.
O modelo de privatização da MP 1031 prevê a emissão de novas ações a serem vendidas no mercado. A União não poderá participar da operação e, com isso, terá sua fatia reduzida para menos de 50% – ou seja, deixará de ser a acionista majoritária da Eletrobras, perdendo poder de decisão e ficando apenas com poder de veto em decisões estratégicas. Essa proposta remonta outras tentativas que ocorrem desde o Governo de FHC e são barradas pela resistência dos trabalhadores.
Diga NÃO à privatização da Eletrobras/Chesf! O Sindeletro considera essa iniciativa um grande absurdo e conclama toda a categoria eletricitária e a sociedade como um todo a se manifestarem contra a MP 1031 da privatização. Acesse aqui a consulta pública aberta pelo Senado e faça valer a sua opinião! Em poucos minutos, você luta contra o entreguismo de Bolsonaro, defende o patrimônio brasileiro e uma conta de energia acessível para todos. Diga NÃO à MP 1031.
A Eletrobras é a maior empresa de energia elétrica da América Latina, responsável por 30% da geração e 50% da transmissão de energia das brasileiras e brasileiros. É lucrativa, teve superávit de mais de R$ 30 bilhões nos últimos 3 anos. Nos últimos 20 anos, distribuiu mais de R$ 20 bilhões para União como dividendos. Com baixo endividamento e forte fluxo de caixa, a Eletrobras está pronta para investir em obras estruturantes, aumentando a capacidade brasileira de geração e transmissão de energia de qualidade.