Quarta, 09 Novembro 2016 16:35

Sindeletro aguarda avanço nas negociações do ACT da Coelce

A diretoria do Sindicato dos Eletricitários do Ceará (Sindeletro) vem informar, mais uma vez, a necessidade de agilizar as negociações do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2016/2018 com a Companhia Energética do Ceará (Coelce) fora da Secretaria Regional do Trabalho e Emprego do Ceará (SRTE), que tem sido usada pela empresa como meio de se esquivar das últimas reuniões.

Vale destacar, como publicado em boletim distribuído à categoria em 7 de novembro, que o Sindicato, para efeito de todo e qualquer Acordo Coletivo de Trabalho, precisa oficializar o início das negociações junto à Superintendência em uma primeira reunião, seguindo com as negociações sem necessariamente um acompanhamento da SRTE. Além disso, em todas as campanhas esse procedimento foi realizado.

A diferença nestas negociações, no entanto, foi a recusa da Coelce em dar seguimento às reuniões fora da SRTE. Temos como exemplo o adiamento da reunião de 14 de outubro, sob a justificativa de que uma rodada estava marcada na Superintendência para o dia 21 daquele mês (ver documentos em anexo ou no site do Sindeletro). Também foi reiterada pela diretoria na reunião do dia 4 de novembro a importância da realização de rodadas no Sindicato, em virtude das dificuldades de agenda da SRTE.

Abertura

Destacamos que, caso a empresa de fato estivesse aberta a agilizar as negociações, como foi informado aos trabalhadores por e-mail na terça-feira (08/11), não teria deixado de trazer os índices econômicos, insistentemente exigidos pela diretoria do Sindeletro. Além disso, teria apresentado avanços na pauta, e não mostrado exatamente as propostas da rodada de 29 de setembro.

Com negociação marcada para amanhã (10/11), esperamos que a Companhia faça jus ao que tem mostrado aos coelceanos e apresente, de fato, uma proposta condizente com as necessidades do trabalhador, sem nova enrolação. Portanto, aguardamos a apresentação dos índices econômicos e avanços nas cláusulas. Os trabalhadores reivindicam reajuste baseado na inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e ganho real de 3%.

O Sindicato cobra da empresa respeito aos trabalhadores e às trabalhadoras.

Coelceanos, estamos juntos na luta!


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